Fortaleza
é a cidade nordestina com o maior número de cervejarias. A “Capital da cerveja”
no Nordeste tem 11 estabelecimentos produtores da bebida, mais do que qualquer
outro município da região.
As
informações constam no Anuário da Cerveja 2026, elaborado pelo Ministério da
Agricultura e Pecuária (MAPA) baseado em dados do ano passado. A Capital
cearense está empatada com Florianópolis (SC), Joinville (SC) e Maringá (PR) na
nona posição nacional com o maior número de cervejarias. Fortaleza detém 0,56%
do total de cervejarias do País, cerca de 2 mil estabelecimentos.
São
Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG) são as
cidades brasileiras com o maior número de cervejarias. O Sul e o Sudeste
brasileiros concentram o maior quantitativo das indústrias no País. Ainda na
análise do mercado cervejeiro na Capital, Maciel opina sobre a venda de chope,
que ele chama de “cerveja viva”, por ser um produto mais fresco em relação à
cerveja engarrafada ou enlatada.
Para
ele, ainda que cada uma das duas opções, seja da cerveja envasada ou da cerveja
em formato de chope, encontre públicos consumidores, a estratégia e a
localização de onde o produto está sendo comercializado deve ser um pensamento
frequente.
“Chope
é normalmente produzido no local de venda ou muito próximo dele. Chope é algo
que vem no Brasil do Rio de Janeiro. Tem chopes locais, dos bares e das grandes
marcas. A distribuição normalmente ou é feita no bar em que é feito, ou então
em bares e restaurantes que têm grande volume de clientes”, explica.
“São
lugares que têm muita rotatividade porque o barril de chope não pode ficar
muito tempo parado, dura só alguns dias, e é um pouco mais caro. Normalmente se
encontra chope sendo vendido em locais do tíquete médio maior. Por isso, o
chope nunca vai tomar o lugar da cerveja de garrafa. Tem opção para todo
mundo”, observa Maciel.
