O presidente da
Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que as comemorações de Natal no país
começarão em 1º de outubro. Essa medida foi tomada em resposta à “guerra
econômica” alegada por Maduro e visa impulsionar a economia local, promovendo
festividades, shows e feiras de Natal antecipadas. No entanto, a Igreja
Católica venezuelana criticou a antecipação, afirmando que a celebração do
Natal deve ocorrer em dezembro e não deve ser usada para fins políticos.
Maduro, por sua vez, defendeu a decisão, argumentando que o Natal é do povo e
que a celebração pode ocorrer quando o povo desejar.
A antecipação do
Natal por Maduro ocorre em meio a crescentes tensões com os Estados Unidos.
Recentemente, o presidente americano Donald Trump ordenou o envio de tropas
próximas ao território venezuelano, o que Maduro interpreta como uma tentativa
de controlar os recursos naturais do país, incluindo petróleo, gás e ouro.
A medida de
antecipar o Natal foi adotada por Maduro pela primeira vez em 2013, durante uma
crise econômica no país. Desde então, ele tem repetido a prática em anos
subsequentes, incluindo em 2024. Embora tenha sido criticada por setores
religiosos, a antecipação continua sendo uma estratégia do governo para
promover a união nacional e estimular a economia local.
(Com informações
da CNN)
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| Foto: Juan Barreto/AFP |
