Assim
como em Forquilha, a política também é feita de sinais — e o sinal do momento é
de alerta. Nas rodas de conversa da cidade, o comentário é praticamente
unânime: diante das constantes perseguições sofridas pela vice-prefeita, a
entrega do cargo é vista por muitos como uma armadilha planejada pelo prefeito,
com o objetivo de criar entraves administrativos e comprometer sua atuação.
A
população, que acompanha de perto o cerco político imposto a Bruna, espera que
as instituições atuem para garantir a autonomia da prefeita em exercício. O
mandato é um direito legítimo, conquistado nas urnas, e Forquilha não pode se
tornar refém de “pegadinhas” políticas que apenas travam o funcionamento da
administração pública e prejudicam o desenvolvimento do município.
